Samuel LeitePulse foi o nome original da plataforma de publicação de artigos longos do LinkedIn, lançada em 2013 e gradualmente integrada ao sistema de artigos nativos da plataforma. Hoje o termo é usado de forma menos precisa para se referir tanto aos artigos longos publicados diretamente no LinkedIn quanto ao feed de conteúdo curado que a plataforma exibia para os usuários nos primeiros anos. Entender essa distinção é relevante para quem pesquisa a história da plataforma ou encontra referências ao Pulse em materiais mais antigos.
Na prática atual, o equivalente funcional do Pulse são os Artigos do LinkedIn, acessíveis pelo botão "Escrever artigo" no topo do feed. Esses artigos ficam hospedados na plataforma, têm URL própria, são indexáveis pelo Google e aparecem na seção de atividade do perfil. Diferente dos posts comuns, que têm vida útil curta no feed, artigos funcionam como conteúdo perene: continuam sendo encontrados em buscas internas e externas meses ou anos depois da publicação.
Para construção de autoridade temática, artigos longos no LinkedIn complementam a estratégia de posts curtos. Enquanto posts geram alcance e engajamento imediato, artigos estabelecem profundidade e servem como referência. Um executivo que escreve artigos detalhados sobre o tema em que atua cria um repositório de pensamento que visitantes do perfil consultam para avaliar a credibilidade antes de uma reunião ou proposta.
A Newsletter do LinkedIn, lançada posteriormente, evoluiu o conceito do Pulse ao adicionar assinantes, notificações automáticas e distribuição recorrente. Para quem quer construir audiência cativa dentro da plataforma, a Newsletter entrega mais que o artigo isolado, porque cada edição é notificada para quem assinou. O Pulse como sistema legado deu lugar a ferramentas mais sofisticadas, mas a lógica de conteúdo longo como pilar de autoridade permanece central na estratégia de LinkedIn.